Tanto falamos sobre a relação mãe-bebê e muito pouco sobre o pai, que em uma construção de família tradicional, compõe esta tríade.
Não ter falado muito sobre o pai e sua função nestes primeiros momentos do bebê não significa de forma alguma que ele tenha importância menor.
Hoje temos aqui um espaço só para ele, onde falaremos sobre essa pessoa e essa função tão importante – a paterna, nos primeiros meses de vida da criança.
No início da vida da criança a mãe é quem interage mais com o bebê sim, é sua primeira referência sem nenhuma dúvida, mas a função do pai é extremamente importante nesse momento.
Muitas vezes os pais sentem que não são necessários, pensam que nada podem fazer alí, algumas vezes sentem-se até mesmo preteridos, excluídos deste quadro. O que é um grande engano.
Por mais que a mãe esteja completamente voltada para o bebê, as avós estejam de prontidão, o pai pode ajudar muito, facilitar imensamente a interação mãe-bebê. Isso pode se dar quando ele percebe ou ainda é orientado para que dê a mãe o suporte emocional necessário para que ela viva esse momento da forma mais plena possível.
Isso equivale a dizer que o pai, para além da ajuda prática que pode dar, tem a função e até mesmo o poder de abastecer a mãe emocionalmente, nessa situação onde ela precisa se entregar por inteiro a este bebê.
O pai com seu amor, carinho e cuidado com a mãe pode tornar esse momento mais tranqüilo, feliz e prazeiroso para todos.
A mãe precisa dedicar-se a essa relação e cuidados com o bebê, e se não estiver emocionalmente bem, sentindo-se segura, dificilmente poderá exercer sua maternidade, neste momento, de maneira suficientemente boa.
Uma boa relação conjugal, onde exista cumplicidade, amor, compreensão e amizade pode facilitar para que esse período da vida seja algo extremamente natural, fluente.
Existe uma máxima que diz “ ninguém dá o que não tem”. E neste caso ela cabe perfeitamente.
A mãe precisa dar muito ao bebê, mas pra que ela dê precisa ter, ou pode chegar a sentir-se incapaz de cuidar dessa criança, o que não a impedirá de fazê-lo, mas que pode levá-la à uma depressão pós-parto e comprometer o desenvolvimento do bebê nesse período.
Portanto, o papel do pai é de extrema importância, não pode simplesmente ser aprendido se não houver o desejo de estar ali nesta tríade pai-mãe-bebê, mas pode, se esse desejo existir, ser alimentado pela informação e o esclarecimento.
Assim papais, exerçam esse lindo papel, e sejam muito felizes ao lado de sua mulher e seus amados filhos!
quarta-feira, 3 de março de 2010
O PAI NOS PRIMEIROS MESES DO BEBÊ
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O COLO DA MÃE
Estamos nos atendo, nestes primeiros artigos, a gestação e as primeiras fases de desenvolvimento da criança, isso porque nos estágios posteriores teremos um longo percurso a ser feito, mas tudo que for feito neles terá maiores chances de um bom resultado caso o início da vida tenha sido satisfatório.
A tendência hereditária de desenvolvimento que a criança apresenta, não pode se tornar um fato sem a participação ativa de um ser humano que segure e cuide dela.
Portanto hoje, falaremos um pouco sobre a importância do colo da mãe nos primeiros 6 meses de vida.
Não só do fato de este colo ser disponibilizado ou não ao bebê, mas de como, e com que qualidade ele é disponibilizado.
Pode não parecer, mas segurar um bebê é um trabalho especializado, não que precise de estudo e qualificação, mas de disposição física e emocional.
Os bebês são muito sensíveis a maneira como são segurados. O que os leva a chorar com algumas pessoas e a ficar calmos e satisfeitos com outras, mesmo quando são ainda muito pequenos.
Mas o colo da mãe, nesse primeiro momento, sendo ela e o bebê os protagonistas destas primeiras fases de desenvolvimento, não poderia deixar de ter um papel especial.
A mãe com seu colo, nesses primeiros meses do bebê confere a ele duas percepções que são de extrema importância para seu desenvolvimento futuro, o contorno de seu corpo físico e sua individualidade e as primeiras impressões do mundo que o recebe.
Isso equivale a dizer que é a mãe e seu colo que podem facilitar ao bebê a percepção dos limites de seu próprio corpo e de seu rudimentar ego/eu.
Para clarificar este pensamento, vale dizer que o bebê quando nasce, não tem a menor consciência de que seu corpo é diferenciado do restante do mundo. Para o bebê tudo é ele. Mãe, qualquer outra pessoa e o mundo são ele.
É no colo da mãe, e nas vivências, que essa criança vai percebendo que ela é um corpo e um eu separados da mãe e do resto do mundo. Esse é um acontecimento que se dá concomitantemente nos planos físico e emocional.
Aos poucos, nesse contato e suporte do colo da mãe ele vai se diferenciando – minha mãe é minha mãe, eu sou eu e o mundo é o mundo.
O bebê vai se descobrindo e descobrindo o mundo a partir desse colo, desse contorno do próprio corpo que lhe é proporcionado pelo braços da mãe.
Braços esses que podem oferecer um colo frouxo e sem vida, seguro e confiante ou ainda rígido demais.
Um colo agradável e seguro é aquele que adapta a pressão de seus braços as necessidades do bebê, não o apertam, nem o deixam solto demais, movem-se lentamente sem a profusão de movimentos bruscos que podem levar o bebê aos sustos. E ainda que se mostra diposto emocionalmente a esse lugar de suporte com amor.
Segue-se a importância de salientar que o colo da mãe se apresenta como o primeiro contato do bebê com o mundo. Então podemos dizer que esse mundo, pelo colo da mãe e suas características, pode parecer a criança como algo rígido, atento somente as obrigações e necessidades básicas, como inseguro, instável ou ainda como seguro, confiante e acolhedor.
Essa percepção dependerá das condições físicas e emocionais em que se encontrar essa mãe no momento e primeiros 6 meses da chegada de seu filho.
Sendo assim, mais uma vez precisamos estar atentos a como estamos percebendo e sentindo o mundo, pois até mesmo pelo nosso comportamento corporal podemos estar apresentando este mundo a nossos bebês.
A tendência hereditária de desenvolvimento que a criança apresenta, não pode se tornar um fato sem a participação ativa de um ser humano que segure e cuide dela.
Portanto hoje, falaremos um pouco sobre a importância do colo da mãe nos primeiros 6 meses de vida.
Não só do fato de este colo ser disponibilizado ou não ao bebê, mas de como, e com que qualidade ele é disponibilizado.
Pode não parecer, mas segurar um bebê é um trabalho especializado, não que precise de estudo e qualificação, mas de disposição física e emocional.
Os bebês são muito sensíveis a maneira como são segurados. O que os leva a chorar com algumas pessoas e a ficar calmos e satisfeitos com outras, mesmo quando são ainda muito pequenos.
Mas o colo da mãe, nesse primeiro momento, sendo ela e o bebê os protagonistas destas primeiras fases de desenvolvimento, não poderia deixar de ter um papel especial.
A mãe com seu colo, nesses primeiros meses do bebê confere a ele duas percepções que são de extrema importância para seu desenvolvimento futuro, o contorno de seu corpo físico e sua individualidade e as primeiras impressões do mundo que o recebe.
Isso equivale a dizer que é a mãe e seu colo que podem facilitar ao bebê a percepção dos limites de seu próprio corpo e de seu rudimentar ego/eu.
Para clarificar este pensamento, vale dizer que o bebê quando nasce, não tem a menor consciência de que seu corpo é diferenciado do restante do mundo. Para o bebê tudo é ele. Mãe, qualquer outra pessoa e o mundo são ele.
É no colo da mãe, e nas vivências, que essa criança vai percebendo que ela é um corpo e um eu separados da mãe e do resto do mundo. Esse é um acontecimento que se dá concomitantemente nos planos físico e emocional.
Aos poucos, nesse contato e suporte do colo da mãe ele vai se diferenciando – minha mãe é minha mãe, eu sou eu e o mundo é o mundo.
O bebê vai se descobrindo e descobrindo o mundo a partir desse colo, desse contorno do próprio corpo que lhe é proporcionado pelo braços da mãe.
Braços esses que podem oferecer um colo frouxo e sem vida, seguro e confiante ou ainda rígido demais.
Um colo agradável e seguro é aquele que adapta a pressão de seus braços as necessidades do bebê, não o apertam, nem o deixam solto demais, movem-se lentamente sem a profusão de movimentos bruscos que podem levar o bebê aos sustos. E ainda que se mostra diposto emocionalmente a esse lugar de suporte com amor.
Segue-se a importância de salientar que o colo da mãe se apresenta como o primeiro contato do bebê com o mundo. Então podemos dizer que esse mundo, pelo colo da mãe e suas características, pode parecer a criança como algo rígido, atento somente as obrigações e necessidades básicas, como inseguro, instável ou ainda como seguro, confiante e acolhedor.
Essa percepção dependerá das condições físicas e emocionais em que se encontrar essa mãe no momento e primeiros 6 meses da chegada de seu filho.
Sendo assim, mais uma vez precisamos estar atentos a como estamos percebendo e sentindo o mundo, pois até mesmo pelo nosso comportamento corporal podemos estar apresentando este mundo a nossos bebês.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Os sentimentos sempre foram campo de estudo para a humanidade. Porque as pessoas reagem de forma tão diferente às situações da vida, porque uma situação parece um muro praticamente intransponível para alguns, enquanto para outros parece tão simples solucionar?
Essas são questões, entre outras, que se tornaram fonte de motivação para muito debruçar dos estudiosos, e que nos remetem a outra questão relativa a construção das pessoas enquanto estrutura emocional. Como as pessoas se constituem enquanto seres humanos emocionais, e como essa construção se manifesta nas suas reações, nos seus sentimentos desencadeados pelas situações apresentadas pela vida?
Pois bem, os resultados de vários estudos apontam para o fato de que essa constituição, essa formação se dá por dois fatores principais, são eles: a predisposição genética, ou seja, as tendências genéticas que trazemos conosco, marcadas em nosso DNA, de desenvolvermos certos tipos de padrão de comportamento; e o ambiente que nos recebe, nos cerca e que fará, com as suas contingências, com que desenvolvamos ou não nossos potenciais genéticos de padrão de comportamento, sejam eles geradores de boas possibilidades de adaptação ou o contrário.
Então, temos que o lugar que nos recebe e a maneira como nos recebe é fundamental para o desenvolvimento das nossas reações frente ao mundo.
E o nosso primeiro e mais especial lugar é a família. A família que, na vivência das relações, vai nos definir enquanto pessoas, é onde nós apreenderemos a interpretar o mundo, desde a aprendizagem das adaptações mais básicas para a sobrevivência biológica e social, como higiene, alimentação, locomoção até as mais finas, como os sentimentos.
As crianças apreendem no seio do lar a reagirem a partir da reação dos seus cuidadores, a primeira aprendizagem quanto a como se colocar emocionalmente nas situações da vida acontece ali, dentro de casa, com as crianças percebendo e internalizando a maneira como seus pais reagem, por exemplo, à algo que não foi planejado, à uma opinião discordante da sua, ao não do parceiro, à receber ou dar carinho, às responsabilidades, à autoridade, ao cuidado consigo mesmo, ao amor próprio, dentre todas as questões que envolvem o comportamento.
È preciso entender, que as crianças apreendem na vida com aquilo que os pais fazem na maioria absoluta das vezes, e não com aquilo que os pais falam, até porque se fala uma vez ou outra no cotidiano, mas se age ou reage o tempo todo na vida.
Estamos ensinando aos nossos filhos aquilo que apreendemos com nossos pais e no decorrer de nossa vida com nossas experiências. E não com aquilo que consideramos o mais correto mas não fazemos.
Há que se pensar que filhos estamos criando, que pessoas estamos desenvolvendo para si mesmos e para o mundo. E frente a essa reflexão vamos, de fato nos deparar com aquilo que talvez, depois de uma certa caminhada, seja o mais difícil – NÓS MESMOS!
E, sendo assim, temos aqui uma oportunidade das mais maravilhosas e mais difíceis que a vida, os filhos, podem nos trazer, a oportunidade de nos olharmos novamente, de forma atenta e profunda, se quisermos educarmos e criarmos cidadãos que possam respeitar-se e respeitar o outro, que possam ainda desenvolver suas potencialidades e aproveitar as oportunidades que a vida vai lhes oferecer da melhor forma possível. Que possam se perceber e entender o que é seu espaço e o que é o espaço do outro, para trilharem um caminho na vida que não seja primordialmente pautado pelo medo, pela ansiedade exacerbada, pela paralisação, sentimento de insegurança, dentre outros.
Precisamos nos olhar pra saber que seres humanos estamos criando, pra saber como estamos ensinando nossos filhos a reagir às frustrações da vida, como estamos ensinando nossos filhos à demonstrar amor, carinho, solidariedade, tristeza, raiva, e todos os outros sentimentos à que estamos sujeitos enquanto indivíduos neste mundo.
Portanto, quando estivermos preocupados, chateados, enfurecidos com algum comportamento de nossos filhos pequenos, talvez seja muito pertinente nos pergurtamos onde ele aprendeu isso, com quem, e ainda, olhar para a nossa própria forma de reagir em situações semelhantes às que ele vem vivenciando. E aí quem sabe possamos encontrar algumas respostas e direções bem mais perto do que poderíamos imaginar.
Essas são questões, entre outras, que se tornaram fonte de motivação para muito debruçar dos estudiosos, e que nos remetem a outra questão relativa a construção das pessoas enquanto estrutura emocional. Como as pessoas se constituem enquanto seres humanos emocionais, e como essa construção se manifesta nas suas reações, nos seus sentimentos desencadeados pelas situações apresentadas pela vida?
Pois bem, os resultados de vários estudos apontam para o fato de que essa constituição, essa formação se dá por dois fatores principais, são eles: a predisposição genética, ou seja, as tendências genéticas que trazemos conosco, marcadas em nosso DNA, de desenvolvermos certos tipos de padrão de comportamento; e o ambiente que nos recebe, nos cerca e que fará, com as suas contingências, com que desenvolvamos ou não nossos potenciais genéticos de padrão de comportamento, sejam eles geradores de boas possibilidades de adaptação ou o contrário.
Então, temos que o lugar que nos recebe e a maneira como nos recebe é fundamental para o desenvolvimento das nossas reações frente ao mundo.
E o nosso primeiro e mais especial lugar é a família. A família que, na vivência das relações, vai nos definir enquanto pessoas, é onde nós apreenderemos a interpretar o mundo, desde a aprendizagem das adaptações mais básicas para a sobrevivência biológica e social, como higiene, alimentação, locomoção até as mais finas, como os sentimentos.
As crianças apreendem no seio do lar a reagirem a partir da reação dos seus cuidadores, a primeira aprendizagem quanto a como se colocar emocionalmente nas situações da vida acontece ali, dentro de casa, com as crianças percebendo e internalizando a maneira como seus pais reagem, por exemplo, à algo que não foi planejado, à uma opinião discordante da sua, ao não do parceiro, à receber ou dar carinho, às responsabilidades, à autoridade, ao cuidado consigo mesmo, ao amor próprio, dentre todas as questões que envolvem o comportamento.
È preciso entender, que as crianças apreendem na vida com aquilo que os pais fazem na maioria absoluta das vezes, e não com aquilo que os pais falam, até porque se fala uma vez ou outra no cotidiano, mas se age ou reage o tempo todo na vida.
Estamos ensinando aos nossos filhos aquilo que apreendemos com nossos pais e no decorrer de nossa vida com nossas experiências. E não com aquilo que consideramos o mais correto mas não fazemos.
Há que se pensar que filhos estamos criando, que pessoas estamos desenvolvendo para si mesmos e para o mundo. E frente a essa reflexão vamos, de fato nos deparar com aquilo que talvez, depois de uma certa caminhada, seja o mais difícil – NÓS MESMOS!
E, sendo assim, temos aqui uma oportunidade das mais maravilhosas e mais difíceis que a vida, os filhos, podem nos trazer, a oportunidade de nos olharmos novamente, de forma atenta e profunda, se quisermos educarmos e criarmos cidadãos que possam respeitar-se e respeitar o outro, que possam ainda desenvolver suas potencialidades e aproveitar as oportunidades que a vida vai lhes oferecer da melhor forma possível. Que possam se perceber e entender o que é seu espaço e o que é o espaço do outro, para trilharem um caminho na vida que não seja primordialmente pautado pelo medo, pela ansiedade exacerbada, pela paralisação, sentimento de insegurança, dentre outros.
Precisamos nos olhar pra saber que seres humanos estamos criando, pra saber como estamos ensinando nossos filhos a reagir às frustrações da vida, como estamos ensinando nossos filhos à demonstrar amor, carinho, solidariedade, tristeza, raiva, e todos os outros sentimentos à que estamos sujeitos enquanto indivíduos neste mundo.
Portanto, quando estivermos preocupados, chateados, enfurecidos com algum comportamento de nossos filhos pequenos, talvez seja muito pertinente nos pergurtamos onde ele aprendeu isso, com quem, e ainda, olhar para a nossa própria forma de reagir em situações semelhantes às que ele vem vivenciando. E aí quem sabe possamos encontrar algumas respostas e direções bem mais perto do que poderíamos imaginar.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A propósito - o Bebê e sua Mãe

Se trata de uma questão recorrente o fato de as mães ficarem muitas vezes inseguras com seus bebês, principalmente as mães de primeira viagem, o que é bastante compreensível, o bebê quando chega, por mais esperado que tenha sido, é um estranho, e um estranho que necessita de todos os cuidados para sua sobrevivência, um pequeno estranho completamente dependente de sua mãe. A relação mãe-bebê e todo aquele imenso amor do qual todos falam é construído nessa vivência de dependência e de troca que aos poucos vai se dando.
O amor materno não é mágico, não se apresenta imediatamente, ele é o resultado de uma relação intensa.
O mais importante é que a mãe possa estar numa situação de receptividade total, ou seja, estar inteira, de braços abertos para esse bebê. Que possa contar com o apoio de outras pessoas não só no cuidado para com o bebê mas no cuidado, carinho e amor para com ela mesma - a mãe, para que possa nesse momento estar abastecida de sentimentos e desprovida de outras preocupações para dedicar-se, pelo menos nos primeiros meses, a cuidar prioritariamente dessa criaturinha que depende dela completamente, tanto no aspecto físico quanto no aspecto emocional. Uma mãe que recebe seu filho em situação de não receptividade, seja por estados emocionais negativos como a depressão, por exemplo, ou por estados de turbulência externos, pode comprometer o estado de saúde física e mental do bebê por todo seu desenvolvimento.
Claro que temos que levar em consideração que a maioria das vezes a mãe não recebe seu filho em estado emocional precário por vontade própria, muitas questões podem ocorrer para além do seu controle, como por exemplo: a perda de seu ente querido, situações trágicas que ocorrem , entre outras questões.
Porém, é importante que tanto a mãe, quanto aqueles que a rodeiam possam fazer o possível para que o ambiente físico e psíquico seja favorável para a chegada desse bebê.
O amor materno não é mágico, não se apresenta imediatamente, ele é o resultado de uma relação intensa.
O mais importante é que a mãe possa estar numa situação de receptividade total, ou seja, estar inteira, de braços abertos para esse bebê. Que possa contar com o apoio de outras pessoas não só no cuidado para com o bebê mas no cuidado, carinho e amor para com ela mesma - a mãe, para que possa nesse momento estar abastecida de sentimentos e desprovida de outras preocupações para dedicar-se, pelo menos nos primeiros meses, a cuidar prioritariamente dessa criaturinha que depende dela completamente, tanto no aspecto físico quanto no aspecto emocional. Uma mãe que recebe seu filho em situação de não receptividade, seja por estados emocionais negativos como a depressão, por exemplo, ou por estados de turbulência externos, pode comprometer o estado de saúde física e mental do bebê por todo seu desenvolvimento.
Claro que temos que levar em consideração que a maioria das vezes a mãe não recebe seu filho em estado emocional precário por vontade própria, muitas questões podem ocorrer para além do seu controle, como por exemplo: a perda de seu ente querido, situações trágicas que ocorrem , entre outras questões.
Porém, é importante que tanto a mãe, quanto aqueles que a rodeiam possam fazer o possível para que o ambiente físico e psíquico seja favorável para a chegada desse bebê.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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